17 de março de 2009

Caracas - Parte 1

Depois do episodio do quartel dos bombeiros, nao sabiamos muito bem pra onde ir. O que tinhamos em mente é que de alguma forma deveriamos chegar em Caracas. Só nao sabiamos quando.

Entao saimos cedo do quartel, e fomos ao terminal apenas pra fazer uma pesquisa de preços.

Após algum tempo discutindo pra onde iriamos, desistimos da ideia de ir para Ciudad Bolivar. Mas ainda nao sabiamos para onde ir

(E por falar e comida, enquanto estavamos no terminal me lembrei do nosso estimado colega Pompeu, devido a uma rosquinha muito boa que comi por ali)

E nao aconteceu mais muita coisa, fora um episódio interessante (e que demonstra como Kima tem cara de gringo) quando fomos ligar para casa, e queriam nos combrar 30 reais o minuto.

Quando estavamos prestes a ir embora do terminal, nos demos conta que o onibus das 11:00 para Caracas estava parado. Eram 10:59. Rapidamente perguntei se havia vagas no onibus, e de fato havia. Tivemos cerca de 30 segundos para decidir, ou melhor: Mais uma vez deixamos o acaso decidir por nós. Embarcamos no onibus quase sem pensar(e eu confesso que esses imprevistos estao se tornando bastante interessantes).

Partimos para Caracas, sem saber onde iriamos ficar. Sorte que pouco antes de embarcar eu consegui ligar para um amigo nosso que mora em lá, o já citado, George Moreno(e sim, Theofilo,esse é o nome dele de verdade...), mas nao entendi muito bem o que ele dizia, e só tive tempo de avisar que chegariamos às 21:00 daquela mesma noite.

A viagem transcorreu sem nenhum fato notável, fora o fato de passarmos por um estado venezuelano, que é identico à Paraiba!

A vegetaçao, as casas, tudo parecia igual. Era como estar em casa. A semelhança era tanta que por um momento achei que estava passando por uma rua de Sumé!

Ah, outra coisa: o onibus quebrou. E seguiu viagem a quase 20 km/h.

Por isso atrasamos umas 2 horas, mas n fazia diferença quando chegariamos, porque n tinhamos onde ficar mesmo...

Assim que descemos na rodoviaria, constatamos uma coisa chata: Caracas nao tem aquele clima tropical que imaginavamos! kkkk

Infelizmente descubrimos isso ao mesmo tempo que vimos que iamos dormir na propria rodoviaria.

Estava um frio miseravel!

Me parece que estava 9 graus em Caracas, otimo para uma cidade tropical...¬¬

O lado bom da coisa era que George estava nos esperando na rodoviaria. O lado ruim, era que nao havia mais transporte para a cidade(o terminal ficava a uma meia hora de Caracas), e George n tinha carro.

O interessante foi a casualidade com a qual ele disse isso:

"Infelizmente n há mais transporte - ele"
"E como tu vai voltar?- eu"
"Ah, n vou...hahaa"

Afinal de contas ele dormiu no chao também....

Isso que é anfitriao!

15 de março de 2009

Venezuela, o pais do no se puede!


Assim que chegamos em Caracas um amigo nosso, o dje-Ó-rge(ou mestre dos magos), nos alertou de um traço cultural bem peculiar venezuelano. Aqui, ao contrario do Brasil onde se impera a cultura do "você sabe com quem está falando?", há um tipo de comportamento que tem se mostrado tao irritante quanto o seu cogenere brasileiro. O famigerado :


NO SE PUEDE!


Sem nenhum exagero, eu posso afirmar que essa é a frase que nós mais ouvimos desde que entramos na Venezuela.

E como a cada dia a lista aumenta, vamos postar aqui o que até agora fomos proibidos de fazer:

1. No se puede comer na rodoviaria
2. No se puede colocar o pé no banco da rodoviaria
3. No se puede tirar fotos do palácio de Miraflores
4. No se puede tirar fotos perto do palácio de Miraflores
5. No se puede tirar fotos na direçao do palácio de Miraflores mesmo que se esteja a kilometros de distancia dele
6. No se puede comer nos onibus intermunicipais
7. No se puede carregar comida dentro desses onibus.
8. No se puede manter as cortinas abertas em viagem de onibus.(mesmo viagem de longa duraçao)
9. No se puede vender pulseiras na Universidade Central da Venezuela
10. No se puede CONFECCIONAR pulseiras na Universidade Central da Venezuela
11. No se puede subir em cachoeiras
12. No se puede dormir até mais tarde no terminal de onibus, aparentemente é mau exemplo para as crianças(desculpe por n ter onde dormir!)

E meu segmento predileto: No se puede no metrô!

1. No se puede correr
2. No se puede sentar
3. No se puede tirar fotos
4. No se puede comer
5. Eu ñ entendi muito bem o desenho, mas ao que parece: No se puede levar malas no metro(tiraria uma foto disso se nao fosse proibido)
6. No se puede fumar






Galera transgressora:

11 de março de 2009

Mira coño, estamos jodidos!

Momento pao com mortadela antes de ir para Puerto Ordaz...notem o suor e a cara de cansados depois de 1 hora de caminhada.



Depois de uma estadia confortavel em Santa Elena seguimos para Puerto Ordaz. Atè agora nao sei de quem foi essa ideia estupida, mas no momento realmente, pareceu uma boa ideia para todos. Nao sabiamos o que nos esperava...

chegamos as 5 da manha, de forma que deu atè tempo de um cochilo. Depois de um descanso merecido fomos atras do basico: comida, abrigo e entrevistas.

A cidade parecia como qualquer outra cidade grande. Com Mcdonald´s , e shoppings por todo lado. Parecia um cidade artificial. Artificial e auto-explicativa: A praça dos tubos estava cheio de tubos; e a praça do ferro...bem...estava cheia de ferro!

Depois de passar por avenidas muito largas, e de algumas ligaçoes mal sucedidas, decidimos fazer a coisa mais logica numa situaçao dessas: Pedir abrigo ao prefeito!

Mientras eu e Kima partimos para mais essa aventura, o resto da galera ficou com mais um momento pao com mortadela!!!!

Entramos num onibus sem a certeza de estar indo para o lugar certo, porque a sede da prefeitura ficava em o que era outra cidade, antes da uniao das duas; ou seja a sede de uma cidade ficava na outra, meio perdidos seguimos rumo a San Felix mas como as piadas infames de Kima chamaram atençao, logo uma senhora começou a conversar e nos explicou onde deveriamos ir. Ela pensou que nós eramos caça-talentos, e pensou que era essa a oportunidade dela, falou que era atriz e tal.

Depois de uma viagem um pouco longa, chegamos a San Felix, a sede da prefeitura. O que nao seria nada extraordinario, fora o fato de que todo mundo a quem pediamos informaçoes dizia:" No te metas por San Felix", ou "San Felix? É por ali....mas nao vá pra lá! Voce vai ser roubado" etc. Falaram tao mal do lugar que quando finalmente descemos do onibus, Kima ja estava pedindo para ir embora. Corremos logo para a Alcaldia(prefeitura), com a esperaça de pelo menos conseguir um rango gratis.

Chegando na recepçao eu incorporei o senhor dos engolobadores, Alberto Granado, e comecei com a ladainha que, apesar de ser verdadem soa comoum 171 miseravel: "Buenos dias, nosotros somos estudiantes brasileños e estamos hacendo un documental pero no tenemos donde quedar...blablabla "

Fomos mandados de uma sala a outra, de um departamento a outro, atè parar no departamento de comunicaçao e imprensa, onde, depois de um cha de cadeira de 1h e 30 minuntos(razoavel para os padroes venezuelanos) fomos apresentados a um cara que faria atè o maior malandro do mundo ficar com vergonha. Era o relaçoes publicas do lugar(que n era o chefe do departamento, mas so descobrimos isso no final). Tirava de tempo, enrrolava, e a cada 1 hora vinha dizer pra gente :"20 minutos e jà atendemos voces". Sem assim atender nossos pedidos, que eram uma entrevista, ou mais importante : um lugar pra ficar.

Mais 1 hora de espera e finalmente fomos apresentados ao presidente do conselho municipal,Rafael Parra, para uma entrevista.
Fomos entrevista-lo em sua sala, para ter um pouco mais de tranquilidade, mas a todo momento eramos interrompidos por um celular de procedencia ignorado que tocava Reggaeton(especie de Calypso local, so que mais derrubado), nessas horas a vontade rir era incotrolavel, prinpalmente quando ele olhava pro celular com rabo de olho, e eu tentava nao olhar pra Kima porque sabia que ele estava se acabando de rir por atrás da camera. No caso dele era mais facil, mais eu como entrevistador tentava nao pensar no pitoresco da cena para estagar tudo.

Nesse ponto, a quase um dia sem comer, e sem dormir direito, nós estavamos exaustos, e ambos começamos a dar a boa e velha pescada.

Sorte que uma secretaria, talvez percebendo o nosso suplicio, nos ofereceu um café que deu pra nos seugurar. O Senhor Parra, falou por cerca de 1 hora e 15 minutos ininterruptos, o que seria otimo em uma situaçao normal porque conseguiamos muitas informaçoes, mas com a bateria da camera descarregando, e Kima quase dormindo, eu tentei por algumas vezes, sem sucesso acabar a entrevista. Principalmente porque estava ficando tarde e eu estava começando a imaginar a prefeitura fechando e nòs ficando na rua sem ter onde ficar.

Mas realmente foi uma entrevista produtiva. E ao final ele prometeu nos ajudar a encontrar um lugar onde ficar.

Ai que começou o verdadeiro chá de cadeira. Novamente mandados pro departamento de comunicaçao e imprensa, disseram que no atenderiam e "Un momentico".

E de momentico em momentico o tempo foi passando. E passando.Esperamos tanto que ja começavamos a conhecer os funcionarios do lugar. Depois de um tempo(cerca de 2 horas de espera) um funcionario me chamou. Animado, peguei minhas coisas e entrei na sala. Logo ele me explicou que nao iria nos atender, mas sim, que precisava da minha ajuda. Estava moendo um brasileira pela internet, e precisava de uma cantada em portugues...

Em resumo: estavamos a umas 2 hrs e pouco esperando alguma coisa, e o cara me pediu para moer alguem...

Pausa para reflexao

...

...

...

Pelo menos eu estava moendo alguem...kkk


Apareceu mais alguem dizendo um momentico. E outro. E outro.

As pessoas estavam sendo atendidas e iam embora e nos ficavamos. Passamos tanto tempo là que eu ja me sentia parte da decoraçao do lugar.

Mas quem nao se lasca nao tem historia.

Pra encurtar um pouco a historia: passamos ao todo umas 5 horas esperando(em pé), antes de ser atendidos para finalmente recebermos um previsivel nao. Mas como somos brasileiros e nao desistimos nunca, começamos "somos estudiantes...e tal", prestes a nos levantar a moça que estava nos atendendo tirou um envelope cheio de dinheiro da mesa e começou a contar dizendo"tudo que posso fazer é dar uns trocados a voces"... acho que a cara de cachorro sem dono de Kima ajudou porque ela deu 200 contos pra gente. Ou vai que ela contou errado. Sei là.

De quebra pela espera ganhamos duas bandeirinhas da Venezuela um mapa da cidade(alem dos trocados, é claro...), e uma carona de um funcionario que ficou com pena da gente.


Pensam que acabou?

Quando chegamos ao centro os caras ja estavam esperando a gente a umas 9 hrs, e sem saber onde estavamos. E o pior è que as diarias dos hoteis eram cer ca de 400 Bl. por pessoa, n serviriam muito o dinheiro que ganhamos. Eram 9 meia, e o tempo estava passando. Por sorte perguntei a um cara passando onde poderiamos ficar. Ideia meio louca, mas valida.

Foi corre negada até chegar la...e olha que o lugar era mais longe que a rodoviaria. Ficava literalmente na PQP.

Andamos. E andamos. E andamos....e finalmente chegamos ao...(pausa dramatica) quartel de bombeiros local...rsrs

Pela ultima vez do dia me adiantei e comecei "Mira, nosotros somos estudiantes brasileños y estamos haciendo un documental..."

Ai o cara disse com o rosto serio:

-"Em resumo- e o que eu creio que foi uma pausa dramatica da parte dele, para logo abrir um sorriso largo -voces nao tem inde ficar(kkk). Vamos entrando, pode vir!"

Indescritivel o alivio de saber que se tem um teto para dormir.

Depois de um tempo chamei umdos bombeiros para tirar uma foto porque ninguem acreditaria nisso depois(eu nao acreditaria)


Algumas vezes na noite fomos acordados por uma sirene do quartel, mas nada pode nos perturbar porque o pessoal tinha nos dado até colchao pra dormir!


Levantamos cedo no outro dia, e partimos rumo à rodiviaria, dessa vez sem destino certo.Mas o lugar para onde iriamos se mostraria depois um lugar mais louco que Puerto Ordaz!

Mas isso fica pra proxima.

Pois pessoal, quem nao se lasca nao tem historia...



P.s: Valeu mesmo bombeiros de Puerto Ordaz!!!!!

Um pouco mais de Santa Elena


Uma coisa interessante de se notar é que as rodoviarias venezuelanas estao sempre colocadas estrategicamente para serem o mais incoveniente possivel, seja num local que n tenha muito transporte, seja apenas muito distante mesmo.




Essa foto ilustra bem esse fato. Nesse dia tivemos que caminhar cerca de 1 hora e pouco, com as mochilas e tudo, para chegar ao nosso destino. Lá chegamos na praça Bolivar, que por ordem de um antigo presidente, virou o nome de quase todas as praças centrais na venezuela.


Esse é um aspecto interessante da cultura venezuelana. O culto a bolivar é algo incotestevel. Tanto a esquerda(mais a esquerda) quanto a direita veem nele uma figura veneravel.

E é essa a impressao que se tem. Que um lugar de veneraçao, tanto que em algumas praças da Venezuela, quase nao há bancos para sentar, mas nao falta uma estatua de Bolivar e seu cavalo em posiçao central.






Foi justamente ai que conhecemos nosso primeiro anfitriao, o já citado 35. Fizemos uma entrevista com os NEFT(hahahahha...adivinhem o que significa) que é mostrada nessa foto ao lado.

É interessante como os caras que vivem no sitio(35, satanas, etc), sem eletricidade, longe do governo e da oposiçao, o fazem por escolha. Por exemplo Eduardo(carinhosamente apelidado de satanas), que é bastante culto, é apenas mais um trabalhador braçal da montanha, em vez de um burgues da cidade. Vivendo de forma simples de forma comunal, esse pessoal nos faz pensar. Será que eu conseguiria eliminar o superfulo do dia a dia? Será que voces conseguiriam?




9 de março de 2009

El Perrito loco!



Ah sim...ia esquecendo...apresentando: Holffman

La casa de dios y satanas...

Enfim VENEZUELA!!!!


























Pakal e Satanas




Bueno companheiros...desculpem a demora para atualizar, mas estivemos ocupados estes dias. No momento estou atualizando da Universidade Bolivariana de Venezuela...mas depois eu explico como a gente veio parar aqui...

Mas primeiro vamos falar um pouco de Santa Elena de Uairen.


Noss primeira parada foi um pouco peculiar. Assim que chegamos na cidade percebemos que estavamos um pouco enrrolados. Ñao conheciamos niguèm, estavamos em um pais desconhecido, e o tempo estava passando. Providencialmente chega um cara numa bicicleta, com um cabelo meio Hare Krishna e pergunta: Voces tem onde ficar?

Ficamos um pouco desconfiados e resolvemos ir pra outro lugar, mas andamos e andamos(e andamos um pouco mais) e nada. No final da tarde percebemos que ñ iriamos achar nada e eu comecei a prourar o tal cara(nem precisa dizer q andei e andei....)quando estavamos quase indo pra um hotel...falamos com um grupo de hippies, perguntamos dele. Dai chegou um cara e disse: Espere um pouco...esse cara esstava de bicicleta? Tinham tal altura? Ñ tentou te vender algo?

Falei que sim e todos comecaram a rir (sò depois entendemos o pq), esse outro cara, chamado x-35, morava com o que estavamos procurando(Pakal), e nos levou pra sua casa. Infelizmente n nos dise onde era...

Andamos, e andamos , e sempre que perguntavamos se estava perto ele dizia : em 20 minutos estaremos la!

Depois de um tempo ele nos disse que morava numa montanha, pra la seguimos com as mochilas nas costas, que estavam muito pesadas, mas as pespectiva de um lugar pra dormir nos fez esquecer isso.

O lugar era mais ou menos um sitio que ficava do lado de uma invasao de sem-tetos, onde havia muitos brasileiros.

Enfim chegamos, e no sitio viviam 35, que por causa de uma camiseta minha comecou a ser chamado de deus, 13 sua esposa, Cosmo, o filho do casal, Satanas, Pakal, e claro, Holffman o cachorro que pegou as calcas de Pj.

Tudo foi muito tranquilo por là, fora o fato de haver uma igreja evangelica particularmente histerica nas imediacoes(sabe-se la onde) que n nos deixava dormir com os seus gritos diarios atè a hora de fechar, por volta das 11 da noite.

Os mosquitos tambem foram um episodio que merece destaque, atè agora minha perna esta parecendo um Choquito de tantas picadas... mas fazer oq?

Quem nao se lasca n tem historia.

Passamos uns 4 dias por là e seguimos para Puerto Ordaz, que vai ter um post separada devido às dis-graças que acontecerem por là.

Atè mais seus miseras!!

25 de fevereiro de 2009

Atualizando...

A todos que acompanham o blog a procura de novidades pedimos desculpas pela demora na atualização.

Estamos ainda em terras brasileiras, em Boa Vista para ser mais exato, hospedados na casa do nosso anfitrião e também cadáver viajante Kimã.

A demora na atualização se deu pela nossa ansiedade em prosseguir viagem, querendo já postar algo novo sobre a prometida Venezuela.

Agora com o grupo completo, Rienzy que chegou de avião e Kimã, poderemos, enfim, começar nossa jornada por entre os países sulamericanos.

Mas nossa estadia em Roraima também está sendo muito prazerosa. Aqui, inserido nessa convenção de paraibanos, sinto um orgulho e uma saudade da minha querida terra. A cachaça, a rapadura, a macaxeira, o feijão verde e principalmente, os "Tropeiros da Borborema" tocando no som... Grande Luiz! Já estou com saudades... Mas eu volto!






Além disso, tivemos a oportunidade de relaxar em alguns lugares muito tranquilos. Conhecemos a Praia do Caçari...















Nos banhamos na praia do Murupu...
















e acampamos e amanhecemos na Praia Grande as margens do Rio Branco...


Exploramos um pouco da mata, e ainda descobrimos uma bela diversidade de pássaros.

Ah se não fossem os mosquitos...

11 de fevereiro de 2009

Eu de novo

Esse é o clima de Belém....



Aqui estou eu de novo...

Saí de Manaus rumo a Boa Vista primeiro que o pessoal pra tirar uma nova carteira de identidade, já que eu perdi a minha em Belém. Graças a isso tive que me apressar, não pude pegar carona, e paguei duplamente pela minha displicencia... a passagem custou 100 reais...e...

pausa dramática
...

...

...

Achei a maldita identidade no bolso falso da minha calça... ¨¬¬

pausa para rirem de mim...

...

...

...

A boa noticia é que o bolso realmente serve pra esconder os documentos!

Valeu Vó!!!!!

55 com corpinho de 60
















Apesar de não termos muitos recursos financeiros disponiveis no momento, nós não poderiamos deixar passar em branco o primeiro aniversario na estrada, e a entrada do nosso companheiro Petrus na melhor idade. Conseguimos arrecadar fundos(graças ao excelente trabalho de gigolô do nosso companheiro Pj) para comprar um bolo e comemorar essa data festiva.

Para aqueles que estão preocupados com sua saúde, vou logo avisando que ele está forte e robusto como touro, pronto pra subir os Andes correndo...

Ops...esse era Pj...

Mas Petrus está se virando bem!

Feliz Aniversario Mago Véi!!!!!